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2009/6/11 SolidãoDúvida cruel que carrega a saudade, Soberana algoz de meu peito Na imagem de aquela moça Com grandes olhos castanhos Que neste momento está tão longe de mim. O que reservará o acaso Para meu tão miserável coração? Terei mil noites de amor nos braços de uma qualquer Ou viverei a espera de um sonho vivido Tão difícil de conseguir carregar Que preciso de tuas palavras Para saber por que levá-lo comigo 2009/5/7 Supremo ministro
2009/4/26 Seu Nome é Flert (parte 1)Tudo começou quando tinha doze anos, pelo menos achava, quando me chamou a escrever sua história. Não vou tentar diminuir o tamanho de minha surpresa quando me foi requisitado relatar tal cruzada, embora sempre esperasse a chance de poder relatar um episódio assim, contar uma fábula, de ter a chance de com minhas palavras alcançar os olhos, a mente e quem sabe a alma de milhões de ledores, essa era uma jornada que nunca imaginei ter a posse de narrar. Na escola, sempre foi um alguém acanhado, cursando corredores sozinho, torcendo para que algo novo viesse e mudasse seu fadário. Era exímio jogador de basquete, ágil, inteligente, fato de que nada lhe servia rodeado de pessoas que só se interessavam por futebol. Respeitador, boas notas, educação modelar, não contemporizaria muito até notar que este planeta não era o lugar para ele. Como tantos, viria logo a notar que a glória estava entre os que andavam nas sombras, nem que fosse um passo lá e outro cá. Curioso é ainda ter a lembrança de sua primeira revolta. Enquanto conjuntura de pé, a esperar que sua mãe o pegasse na escola, observando os transeuntes andando como formigas aqui e ali. Notou que algo havia de similar a todos, um predicado obsoleto que os enquadrava por completo, todos num mesmo protótipo. Sentiu como se fosse apenas mais uma peça do jogo, um peão, e num lampejo de existência, misturando furor e paixão, fez algo que chocara a todos que o podiam ver, e que mais tarde, mesmo sem perceber, mudara completamente seu ser e seu estilo de vida. E assim, decidiu, desembrenhando-se todo nunca mais usar sua camisa por dentro da calça. Note que isso não é história do arco da velha, meados dos anos 80, embora muito tenha mudado de lá pra cá. Seu primeiro confronto como novo “homem” que era, foi o evento até então mais positivo em sua vida. A chegada de sua mãe a pegar-lhe logo com todas aquelas indagações absurdas, pelo menos à seu ponto de vista, sobre se havia brigado, o que ela teria feito de errado, se queria parecer um ladrão de cavalo, pois estava fora de lugar a camisa. Entrou no carro com a certeza de quem era e do que queria, disse simplesmente que aquilo o incomodava. Depois de um longo discurso sobre a sociedade, a moral e os bons costumes, ela o perguntou se ainda queria usar a aquela moda suas veste, o que respondeu sem pestanejar que sim. Quase aos prantos a mãe o perguntou mais uma vez quem lhe deu o direito, o que em menos de um piscar de olhos, olhos este que brilhavam como nunca antes e era isso o que mais doía em sua genetriz, respondeu: - Mamã! Tenho direito a minha opinião própria. 2009/4/21 Nosso direito termina onde começa o do outro
Pensando nessa frase, me parece haver uma fronteira que limita nossos direitos. Então procurei buscar um entendimento mais sábio sobre até onde vão nossos direitos, sem me esquecer da máxima vera que dita que junto com os direitos vêm os deveres. Para tal cruzada tomei por base o nosso mais intimo e particular direito: O direito a ter a nossa própria opinião. Que por sinal de nada valeria se não pudéssemos expressá-la, o que é também um direito constitucional de qualquer civilização, digamos... CIVILIZADA. Entretanto peço que você leitor raciocine comigo. E se nossa opinião, por mais que nos pareça justa e irrefutável, vá originar em outro algo maior do que possamos controlar? Até que ponto temos o direito a ter essa opinião e principalmente a expô-la? Longe de mim ser adepto da censura, muito pelo contrario, sou favorável a sincera, mas acredito que toda verdade, por mais que seja minha,sua, ou deles tem lugar e hora certa para se falar. Acho que a maior verdade de tão real e dolorida foi sagazmente substituída pelo titulo deste tópico no qual tento chegar a você. Tal dito deveria ser compreendido como; “o nosso dever começa onde encontramos as necessidades dos outros”. Pois assim conseguimos mostrar algo que não cabe ser repreendido pela ética, etiqueta ou mesmo algum senso comum. Ter a sua opinião vai muito aquém do direito de querer torná-la verdade, do direito de dizê-la em público, da razão moral e de consciência de sabermos o que abrir a nossa opinião aos outros vai, quem sabe, poder acarretar. Você pode destruir uma família com a sua opinião sobre o interesse de uma pessoa em outra. Você pode causar a demissão de alguém com sua opinião sobre o seu desempenho no serviço. Você pode levar alguém a depressão com sua opinião sobre seu relacionamento ou sua arte. Por isso acho que acima de qualquer direito a ter a sua opinião, vem o dever moral de você ser uma pessoa digna, e se por acaso quiser expor sua opinião a alguém tenha a certeza de que ela não é baseada em “achismos”, ou deturpada por sentimentos que sempre nos tiram um pouco de nossa razão e consciência. Você tem sim seu direito, e deve exercê-lo até a última gota de suor, mas, você tem sempre que estar preparado para assumir as suas conseqüências. Pois depois que sua opinião for exposta, e a regra física da ação e reação já tiver sido iniciada, não adianta você se defender com a simples frase: “Eu tenho direito a ter a minha opinião!”
2009/4/15 O que não cabe em mimA vida passa sucinta e grita, se agita o mudo para o muro cai a fera geme a gema estoura o medo chega a mágoa invade segundos horas, segundos dias feijão com alface, sem pele, sem bacon os passos constantes; coragem! vontade! sossega menino que vida mais corrida, mais linda saudade sinto, mas nada quero de volta as panelas usadas estão velhas, jogue-as fora amanhã ela vai viajar Deixe que assim que der a gente marca uma festa que alegria maior não haverá como o começo de tudo um alívio como pausar a vida e tristeza nunca mais. Mas aí tudo volta como pele de ferida que descola e arde . Aflito, repouso, pois correr é lamento à quem? Ninguém sabe, pois o silêncio nunca foi tão conveniente quanto uma flor num dia ensolarado ou quanto um carinho, apoio, um 'estar ao lado'. Sofrer todo mundo sofre o que hoje faço é persistir na reticência a gula por viver, ainda que temendo, é prova de que nada mais me impede de chegar às palavras finais: e Fim 2009/4/5 Retomada do blog Peço mil desculpa a todos: Por minha ausência... Por minha negligencia... Por minha carência... Por minha falta de decência... Mas peço um favor a todos... Por meus anseios... Por seus devaneios... Por nossos enleios... Pela palavra de vossos seios... 2009/4/4 Pensadores Modrenos Um dos nossos mais famosos cronistas, Nelson Rodrigues, nos deixou uma de suas mais brilhantes péloras quando escreveu: "Na hora de odiar, ou de matar, ou de morrer, ou simplesmente de pensar os homens se aglomeram. (...) A opinião unânime está a um milímetro do erro, do equívoco, da iniqüidade. (...) Toda unanimidade é burra. Quem pensa com a unanimidade não precisa pensar." Quando penso nisso, e tomo por uma intocavel verdade, me lebro das pessoas que usam de clichês e ditos populares em conversas para tentar expôr toda sua cultura e intectualidade... Se torna inevitavel comparar a supra citação com a composição de outro de nossos mais cultos intelectuais. Bom ConselhoComposição: Chico Buarque
Ouça um bom conselho 2009/3/2 Falando sobre Ela é assim2008/12/2 Sonhei
2008/11/17 NO PORTO DO ADEUS, UM SORRISO.Onde estaria ela? Eu pensava fugazmente.
Eu precisava partir e esperava fazê-lo com o gosto e a lembranças de seus beijos. Eram tantas as nossas promessas que não imaginava que incidisse de outra forma. O sol estava se pondo, em nuances entre o vinho e o negro coloria o céu. Meu navio estava lá, coadjuvante desta paisagem, entre ponto de sombra, com função de demonstrar que a vida não pode seguir totalmente na exultação das cores. Foram tantas inovações neste ultimo dia, eu sabia, sentia haver algo errado. Mesmo me culpando por ter esse anseio, e lutando contra ele, no meu íntimo eu o sabia, ainda o sei. Será? Ela passou a pisar por onde não pisava mais, conversar com quem não conversava, experimentar sabores que jurava não mais querer em sua boca, sentir angústia que só se demonstravam a minha presença, não condizentes com sua felicidade de instantes outrora. Talvez ela quisesse se resguardar, não contar a sua verdade pela dor que sente ou quem sabe ainda não causá-la em mim neste momento de despedida. Enquanto na embarcação eu já zarpava com os olhos embebidos da esperança de um último aceno de adeus, olhava inebriado para o cais. E eis que ela surge correndo, com seus cachos dourados soltos ao vento, e em um vestido branco colorido pelas cores do anoitecer ao luar. Indago-me sobre sua beleza. Como posso vê-la mais bela do que a minha mais bela lembrança? Vejo o movimento de sua boca, imagino chegar aos meus ouvidos o som doce de sua voz dizendo que sempre estará a me esperar. Ela sorri… Chegado ao próximo porto, tento escrever-lhe uma carta revelando todo o meu amor, desejo e planos pautados nela. Mas aquele indescritível sorriso arrancou de minha alma toda e qualquer poesia. 2008/11/13 Aquela mancha vermelhaAquela mancha vermelhaExistirei pensando em você, não me importa quem sejas a apreciarei integralmente. Juro a ti que serei teu cúmplice mais sincero, que nenhuma pessoa neste orbe te dará como eu afeição. Que irá, ainda, chorar de alegria estando ao meu lado, e de felicidade sorrir, estando longe quando pensar em mim. Serei o cristal de tua alma, a consumação de teus mais clandestinos devaneios, me ajustarei em teus planos de forma tal que não conceberá mais outra vida assim. Serei o teu melhor amante, desvendando teus pontos, lhe declamando demências, penetrando tua alma numa maneira tão plena, que não se rememorará já ter sentido outrora prazer. Velarei o teu sono, com cafuné e muito agrado para que durmas. E quando despertar estarei lá, prima visão de teus olhos, a te almejar com meus beijos conferindo juras de amor. Viverá ao meu lado o teu maior e melhor sonho, e nunca se esquecerá de mim, pois tamanho será o nosso amor. Mas um dia acordará como quem acorda de um sonho, e não mais me verá ao seu lado. Não te acoime nem arrazoe sobre que poderia ter sido, pois a charada permanece aqui, em quem não sabe existir em feliz, abandonando para trás exclusivamente alvitres e aquela mancha vermelha, enodoada de minhas lagrimas em seu lençol. 2008/10/28 Um Dia...Um dia…Minhas lembranças começam com meus olhos abrindo
Eu sinto meus pés tocando a areia.
Estarei aqui há horas talvez, ou posso ter cochilado apenas um minuto. Deveria lembrar como ou quando cheguei, Mas a visão desse corpo diante de mim me afasta de qualquer realidade. Rio sonsamente, como quem sabe que sonha. Meus ombros agem involuntariamente Fazendo minha cabeça se movimentar num delicado gesto de negação. Como quem idealiza não ser real, Como se não pudesse confiar no que observo. Por que ela estaria aqui, tão próximo de mim? Preciso desperta e escapar deste sonho! Há algo de tão real nele que me assombra. Ela nota meu espanto, suavemente está esboçando um sorriso, Com um leve movimento de cabeça me cumprimenta e se vira, Como se meu rosto lhe fosse completamente habitual. Começo a me situar, estou em uma área exclusiva. Não sei se as horas no sol ou suas curvas enleiam meus pensamentos. Novamente com seus olhos amendoados está a olhar pra mim, Num gesto espontâneo ou desesperado, de quem quer ficar calado, Pergunto-lhe mais que com ironia: - Quem é você? - Me diga primeiro quem é você. Ela retruca com a voz tão serena que sinto algo correr por minhas costas. - Sou quem sonhava em ir com você tomar um sorvete, logo agora, antes de acordar. Com uma gargalhada macia e esplendorosa ela se move em meu sentido Sem conseguir falar, mas explica a intenção de aceitar o convite. Sorvete nas mãos, sentados novamente, Ambos agora sob o abrigo de meu guarda-sol. Horas de conversa sobre tudo que estamos descobrindo ter em comum. As mesmas músicas, as mesmas artes. Completamo-nos em nossos sonhos, em nossos planos. Descobertas como ela amar a Gal enquanto eu adoro Bethânia. Parece não ser real, por que de repente devemos os dois estar aqui? Entre uma risada e outra acabo de notar que nossas mãos já não têm limites, Ela esta roçando suas unhas em minha barriga, eu acaricio seu joelho em sentido sua coxa. E agora? Ela notou meu espanto! Não sei o que fazer, mas a vejo com um semblante diferente, de culpa, Mas está se aproximando de meu rosto, seus olhos se fecharam. Eu não acredito, e a beijo. Seu gosto é o mais doce do que algo que alcanço me lembrar. Olhamo-nos com a mesma expressão, de contentamento misto a vergonha. Sei exatamente o que passa em seus pensamentos, E isso me assusta, pois sei também que ela sabe o que se passa nos meus… Esse silêncio que há agora é mágico, fala mais que qualquer poesia, Mostrar mais que qualquer expressão de nossos olhos, E se estende por tempos e tempos. Como pode? Estou vendo seus olhos se umedecerem, neste exato momento, No qual noto que lágrimas surgem nos meus. Sorrimos um para o outro e nos desfechamos em um longo abraço apertado. Ela olha profundamente dentro de mim… - Que pena, nunca imaginei que seria assim que se descobre o amor! Mas é tarde pra mim. Ela beija meus lábios de maneira tão suave que não consigo mais abrir meus olhos. Pega sua pequena sacola de praia me diz adeus e vai embora. 2008/10/26 Amor e Sofrimento
Amor, Palavra simples Quatro letras Mas tanta coisa Quer dizer E traz consigo Um sofrimento Que só é menor Que o meu prazer Este que sinto Pela certeza De me entregar Ao seu viver Embora ainda Sofra a distância Que traz saudade Que mata o tempo E a verdade Que é única Eu e você. 2008/10/25 Tempos em Que Nada é Como Deveria Ser
Minha amada se foi, Que ela não deveria ir eu fiquei a achar Mas nós homens, tão insignificantes como o ar Nem os nossos pensamentos sabemos controlar O que se dirá de no destino alheio opinar? Na porta do céu não havia anjos a cantar Neste mundo que só se faz invejar e intrigar. E cada um só pensa no seu andar. E o que escutou quando pensava em entrar, Estrondos e ruídos de trovões sem parar Mesmo só querendo ajudar Sempre há a máxima popular Que de boas intenções estava cheio o lar. Deixou-me sozinho a sentir e magoar. Chorou um pouquinho por ver meu penar. Mas abriu suas asinhas, e partiu a cantar. Já estou nesta vida, vou é passear. 2008/7/17 A que há de vir2008/7/15 Mais uma Da gringa!!!Então gente!
Esses sons da Nayla dá para ouvir no blog dela, é só clicar no link!
2008/7/14 Através Daquele Sapato (TRADUÇÃO)NAAAAAAA! muito bom! Seu sonho é lindo, e é meu sonho tb! te ver feliz e fazendo o que gosta!
amoooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooo
adoroooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooo é nois e...
pizzaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa
Past That Shoe - Através Daquele Sapato Queria estar nadando nela Onde esta a sua cabeça agora? Sua falta de clareza exagerada A possibilidade de eu Tocar seu coração algum dia
Eu tento conseguir a sua atenção de varias maneiras Mas você simplesmente olha pro lado A minha presença Quanto tempo vai levar ate você ver Através daquele sapato Alguma coisa cotidiana Te toca de alguma maneira? Você parece tão divertido por aquele maldito sapato Ele esta brincando com a garrafa de água na sala de aula E eu gostaria de estar nadando nela Ele esta escrevendo em seu sapato De alguma maneira?
Você esta escrevendo no seu sapato Eu estou sentada diretamente na sua frente Você vera o meu olhar fixado em você Você nunca me vê Você nunca me cheira Você nunca me escuta Você nunca me toca Você nunca sente meu gosto Você nunca vê Através daquele sapato Através daquele sapato Através daquele sapato Past That ShoeESTE É O SOM DE UMA AMIGA MINHA MUITO QUERIDA! VOU ESTUDAR AINDA COMO TOCAR ELE NESTE BLOG!
NA! TE AMOOOOOOOOOO MUITOOOOOOOOOOOOOOOO!
Past That Shoe by: Nayla Paschoa You look but you don't see Your eyes dance when you speak to me You're playing with a waterbottle in class Wish I was swimming in it Where's your head right now? Your exaggerated unclearness Makes me wonder The possibility of me Ever touching your heart (chorrus) I try to get your attention in all sorts of ways But all you do is look away How long will it be before you notice the very Presence of me How long will it be before you see Past that shoe You walk around like you just don't care Does any ordinary thing Ever touch you in any sort of way I wonder You seem so amazed by that damn shoe He's writing on his shoe And I wish I was the pen on his hand (you see?) (chorrus) Ah He's playing with a waterbottle in class Ah And I wish I was swimming in it Ah He's writing on his shoe Does any ordinary thing ever touch you In any sort of way? I wonder You're writing on your shoe I'm sitting right across from you If you look past your shoe You will see my eye contact straight to you But you You never see me You never smell me You never hear me You never touch me You never taste me You never see You never see Past that shoe Past that shoe Past that shoe |
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